Neurogenômica

Doença de Alzheimer
e Genética

APOE ε4 é o maior fator de risco genético — mas a genética não é destino. Conhecer permite agir cedo.

A helixXY analisa seu genótipo APOE (ε2/ε3/ε4) e variantes em TREM2, BIN1, CLU, PICALM e SORL1 — os principais loci de susceptibilidade ao Alzheimer de início tardio.

~25%
Portadores de APOE ε4
3–12×
Risco com ε4
~40%
Modificável (Lancet)
Arte fluida abstrata azul e violeta — metáfora da complexidade cerebral
6 genes-chave
APOE, TREM2 e mais
Prevenção comprovada
FINGER trial
55M
Pessoas com demência no mundo
~60%
São Alzheimer
60–80%
Herdabilidade total
15 min
Para receber seu relatório
Herança poligênica + um gene dominante

APOE manda
mas o estilo de vida responde

A Doença de Alzheimer é uma neurodegeneração progressiva com depósitos cerebrais de beta-amiloide e Tau. Embora seja heterogênea, sua arquitetura genética é bem conhecida: a forma de início tardio (>65 anos) tem ~60–80% de herdabilidade, dominada pelo gene APOE e modulada por dezenas de outros loci.

O alelo APOE ε4 é o maior fator de risco genético: homozigotos podem ter até 12× mais risco. Mas o oposto também é verdadeiro — o alelo ε2 é protetor, reduzindo o risco em ~50%.

A grande notícia: ~40% do risco de demência é modificável. A Lancet Commission identificou 12 fatores de risco evitáveis. Conhecer a genética permite priorizar prevenção em quem mais se beneficia.

APOE ε2 é protetor

~5% da população carrega o alelo ε2, que reduz o risco em ~50%. Identificar quem é homozigoto ε2/ε2 é tão valioso quanto identificar ε4/ε4.

Prevenção tem evidência

Estudo FINGER provou: intervenção multidomínio (dieta, exercício, treino cognitivo, controle vascular) reduz declínio cognitivo mesmo em portadores APOE ε4.

Aproveite seus dados existentes

Use seu arquivo de 23andMe, Genera, AncestryDNA, etc. Em 15 minutos após o upload, seu relatório está pronto.

Idoso lendo em biblioteca

Engajamento cognitivo, educação contínua e atividade social são alguns dos 12 fatores modificáveis que reduzem o risco de demência em até 40%.

Foto por Pexels

Ressonância magnética cerebral
Da bancada à clínica

75+ loci identificados — APOE ainda lidera

Meta-análises do IGAP e PGC-ALZ com mais de 500 mil indivíduos mapearam o atlas genético do Alzheimer. APOE responde por ~25% da herdabilidade — efeito gigantesco para uma única região.

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Genes analisados

Os 6 loci de maior efeito para Alzheimer

APOE domina, mas TREM2, BIN1, CLU, PICALM e SORL1 modulam vias críticas: lipidoma cerebral, imunidade inata, endocitose e processamento de APP.

APOE (ε4)

APOE (ε4)

Cromossomo 19q13.32

Apolipoproteína E — o maior fator de risco genético conhecido para Alzheimer de início tardio. O alelo ε4 aumenta o risco em 3× (heterozigotos ε3/ε4) e até 12× (homozigotos ε4/ε4). Atua no transporte lipídico cerebral e na depuração de beta-amiloide. ε2 é protetor; ε3 é o alelo neutro mais comum.

Variantes comuns:rs429358 (ε4)rs7412 (ε2)Genótipo ε4/ε4
3–12×
razão de chances
TREM2

TREM2

Cromossomo 6p21.1

Triggering Receptor Expressed on Myeloid Cells 2 — receptor essencial à função microglial. Variantes raras (R47H, R62H) reduzem a capacidade da microglia de degradar placas amiloides. Doutrina recente: Alzheimer é também uma doença de imunidade inata cerebral.

Variantes comuns:R47H (rs75932628)R62H (rs143332484)H157Y
2–4×
razão de chances
BIN1

BIN1

Cromossomo 2q14.3

Bridging Integrator 1 — segundo maior locus não-APOE para Alzheimer. Envolvido em endocitose, transporte de proteína Tau e função sináptica. Variantes em BIN1 alteram o processamento de Tau e modulam a progressão da doença.

Variantes comuns:rs744373rs6733839rs7561528
1.20×
razão de chances
CLU

CLU

Cromossomo 8p21.1

Clusterin (Apolipoproteína J) — chaperona molecular envolvida no transporte de beta-amiloide e proteção contra estresse oxidativo. Variantes em CLU foram o primeiro locus não-APOE descoberto por GWAS em 2009. Atua coordenadamente com APOE no clearance de amiloide.

Variantes comuns:rs11136000rs9331896rs2279590
1.16×
razão de chances
PICALM

PICALM

Cromossomo 11q14.2

Phosphatidylinositol Binding Clathrin Assembly Protein — regulador da endocitose mediada por clatrina. Influencia a internalização e processamento da proteína APP (amyloid precursor protein) e a depuração de beta-amiloide pela barreira hematoencefálica.

Variantes comuns:rs3851179rs561655rs541458
1.15×
razão de chances
SORL1

SORL1

Cromossomo 11q24.1

Sortilin-Related Receptor 1 — proteína de classificação intracelular que regula o tráfego e processamento de APP. Variantes raras em SORL1 podem causar Alzheimer de início precoce; variantes comuns elevam moderadamente o risco de início tardio. Convergência entre fatores genéticos comuns e raros.

Variantes comuns:rs11218343Truncating variantsrs2070045
1.5×
OR (variantes raras)

Outros loci também analisados: O relatório inclui também variantes em ABCA7, CR1, MS4A6A, EPHA1, CD33, CD2AP, INPP5D, PLCG2 e mais de 70 outros loci identificados em GWAS do International Genomics of Alzheimer's Project (IGAP).

Avô e neta lendo juntos

Foto por Pexels

Tempo é o ativo mais valioso

Décadas de preparação
para uma doença previsível

As alterações cerebrais do Alzheimer começam 20–30 anos antes dos sintomas. Descobrir o risco aos 40 ou 50 dá tempo real para agir: exercício aeróbico, dieta MIND, controle de pressão e glicemia, qualidade de sono, engajamento social e cognitivo.

A nova geração de medicamentos anti-amiloide (lecanemab, donanemab) funciona melhor quanto antes for iniciada. Identificar APOE ε4 cedo abre a porta para diagnóstico mais precoce de mudanças cerebrais — e tratamento no momento ideal.

Como funciona

O que a helixXY entrega

Genotipagem APOE precisa

Identificação inequívoca do seu genótipo APOE (ε2/ε3/ε4) com determinação de homozigose e heterozigose — a informação genética mais relevante para Alzheimer.

Score poligênico de Alzheimer

Combinamos APOE + TREM2 + 70+ loci adicionais em um Polygenic Risk Score (AD-PRS) validado em coortes do IGAP e UK Biobank.

Contexto científico claro

Cada achado vem com referência à literatura, percentuais de risco até diferentes idades, e contextualização frente à sua ancestralidade.

Plano de prevenção

Os 12 fatores modificáveis do Lancet Commission priorizados para seu perfil — controle de PA, exercício, dieta MIND, sono, audição, engajamento cognitivo.

Atualização contínua

À medida que novos loci e ensaios de prevenção/tratamento (lecanemab, donanemab) avançam, seu relatório é revisado automaticamente.

Privacidade absoluta

Seus dados são processados com criptografia AES-256 em arquitetura de conhecimento zero. Conformidade total com LGPD e GDPR.

Sinais que merecem atenção

A diferença entre esquecimento normal do envelhecimento e Alzheimer está no padrão progressivo e na interferência com a vida diária.

Perda de memória recente

Esquecer informações recém-aprendidas, datas importantes, eventos. Necessitar repetir as mesmas perguntas. Sinal-cardeal do Alzheimer.

Dificuldade com tarefas familiares

Problemas para preparar uma receita conhecida, dirigir até um local familiar, gerenciar contas, esquecer regras de jogos preferidos.

Confusão com tempo e lugar

Perder a noção de datas, estações ou da passagem do tempo. Esquecer onde estão ou como chegaram a determinado lugar.

Problemas com linguagem

Dificuldade em seguir conversações, parar no meio de frase sem saber como continuar, substituir palavras certas por incorretas.

Alterações de humor e personalidade

Confusão, suspeita, depressão, ansiedade. Pessoas tornam-se mais irritáveis ou ansiosas em situações fora de sua zona de conforto.

Perda de objetos

Guardar coisas em locais incomuns (controle remoto na geladeira, chaves no congelador) e não conseguir refazer os passos para encontrá-las.

Fundamentado em ciência de ponta

Nossa análise integra dados do International Genomics of Alzheimer's Project (IGAP), Psychiatric Genomics Consortium (PGC-ALZ), UK Biobank e Lancet Commission on Dementia 2020 — alinhada a diretrizes da Academia Brasileira de Neurologia e da Alzheimer's Association.

Revisado por pares
IGAP / PGC-ALZ
Lancet Commission
LGPD & GDPR

Perguntas frequentes

Aviso médico importante: APOE ε4 é fator de risco, não diagnóstico. Muitos portadores nunca desenvolvem Alzheimer, e muitos não-portadores desenvolvem. O diagnóstico exige avaliação clínica neurológica, testes neuropsicológicos, imagem (RM, PET) e biomarcadores liquóricos por médico especialista. Sempre consulte um neurologista ou geriatra.

Conhecimento é a melhor
forma de prevenção

Faça upload do seu arquivo genético e receba seu relatório de risco para Alzheimer em até 15 minutos.

Mantenha-se atualizado e nunca perca nada.

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