A "doença dos reis" é, na verdade, doença dos transportadores renais de urato — e seu DNA dita a tendência.
A helixXY analisa variantes em SLC2A9, ABCG2, SLC22A12 (URAT1), SLC17A1, GCKR e PDZK1 — os transportadores e reguladores que determinam quanto ácido úrico seu corpo retém.
A Gota é uma artropatia microcristalina causada pela deposição de cristais de urato monossódico (MSU) em articulações — clássicamente no hálux ("podagra"). Os cristais ativam neutrófilos e liberam citocinas inflamatórias (IL-1β), gerando episódios de dor, calor e edema intensos.
A causa raiz é a hiperuricemia crônica: ácido úrico sérico elevado a ponto de saturar e cristalizar. E a hiperuricemia é, em grande parte, genética: dois loci (SLC2A9 e ABCG2) sozinhos explicam até 10% da variação nos níveis de urato — o maior efeito de qualquer par de genes na medicina interna comum.
A helixXY analisa esses transportadores e oferece um mapa preciso da sua tendência uricêmica — antes da primeira crise.
Dois genes explicam até 10% da variação nos níveis séricos de urato — efeito incomum em doenças complexas. Identificar suas variantes é o primeiro passo para prevenção dirigida.
Variantes de risco amplificam o impacto de carne vermelha, frutos do mar, cerveja e frutose. Conhecer o DNA permite escolhas alimentares informadas — não restritivas em vão.
Use seu arquivo de 23andMe, Genera, AncestryDNA, etc. Em 15 minutos após o upload, seu relatório está pronto — sem coleta adicional.
Hidratação adequada (≥2L/dia) aumenta a depuração renal de urato e reduz o risco de crises em até 40% em portadores de variantes de risco.
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Estudos clínicos mostram que cerejas e seus polifenóis reduzem inflamação articular e crises gotosas. Para portadores de variantes de risco em SLC2A9/ABCG2, esse efeito é especialmente relevante.
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A helixXY analisa os principais transportadores renais e reguladores metabólicos identificados em meta-análises do Global Urate Genetics Consortium (GUGC).
Transportador de glicose 9 (GLUT9) — paradoxalmente, é o principal transportador renal de ácido úrico. Localizado nos túbulos proximais, reabsorve urato do filtrado glomerular. SLC2A9 é o locus de maior efeito genético sobre os níveis séricos de urato em todas as populações estudadas — variantes alteram a expressão e elevam a uricemia.
ATP Binding Cassette Sub-Family G Member 2 — transportador de efluxo de urato no intestino e rim. A variante Q141K (rs2231142) reduz a secreção de urato em ~50%, sendo especialmente prevalente em populações asiáticas. Junto com SLC2A9, responde por boa parte da variância genética da uricemia.
URAT1 — transportador de ânions orgânicos específico para urato, principal mediador da reabsorção tubular de ácido úrico. Alvo molecular dos uricosúricos clássicos (probenecida, benzbromarona, lesinurad). Variantes em SLC22A12 alteram a depuração renal de urato.
NPT1 — transportador de fosfato dependente de sódio, também transporta urato da célula tubular para a luz tubular (efluxo apical). Variantes em SLC17A1 reduzem a excreção urinária de urato e elevam o risco de hiperuricemia e crises de gota.
Glucokinase Regulator — proteína que regula a glicoquinase hepática e o metabolismo de frutose. A variante P446L (rs1260326) liga consumo de frutose, hiperuricemia e gota. Ponte entre metabolismo de carboidratos e produção endógena de ácido úrico via degradação de ATP hepático.
PDZ Domain Containing 1 — proteína de andaime que organiza o complexo de transportadores de urato (URAT1, GLUT9, NPT1) na membrana apical do túbulo proximal. Variantes em PDZK1 desorganizam o transportossomo renal e prejudicam a manipulação coordenada do urato.
Outros loci também analisados: O relatório inclui também variantes em SLC22A11, SLC17A3, SLC16A9, INHBC, RREB1, ALDH16A1 e outros loci identificados em meta-análises GWAS do GUGC com mais de 140 mil indivíduos.
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A primeira crise costuma surgir entre os 40 e 60 anos — momento em que muitos descobrem ter hiperuricemia crônica há décadas. Saber antes permite intervenções simples e poderosas: hidratação, redução de álcool, escolhas alimentares informadas, perda de peso quando indicada.
E quando o tratamento é necessário, a genética ajuda a antecipar respostas: portadores de SLC2A9/ABCG2 muito alterados se beneficiam mais de alopurinol/febuxostate que de uricosúricos.
Um relatório interpretado, contextualizado e acionável — não apenas uma lista de variantes.
Variantes em SLC2A9, ABCG2, SLC22A12 (URAT1), SLC17A1, GCKR e PDZK1 são analisadas e contextualizadas com base nos GWAS mais recentes do GUGC.
Combinamos dezenas de loci em um Serum Urate Polygenic Risk Score validado em coortes do UK Biobank com mais de 460 mil indivíduos.
Cada achado vem com referência à literatura, percentuais de risco e interpretação ajustada à sua faixa etária, sexo e ancestralidade.
Orientação personalizada sobre purinas, álcool, frutose e proteção (cerejas, café, laticínios desnatados) com base no seu perfil genético.
À medida que novos loci e diretrizes são publicados (EULAR, ACR, SBR), seu relatório é revisado automaticamente — sem custo adicional.
Seus dados são processados com criptografia AES-256 em arquitetura de conhecimento zero. Conformidade total com LGPD e GDPR.
A primeira crise é inesquecível — mas há sinais sutis antes. Em portadores de risco genético, atenção a qualquer dor articular nova.
Dor súbita, intensa, frequentemente noturna na base do hálux. Articulação fica vermelha, quente e tão sensível que o lençol incomoda. Patognomônico de gota.
Tornozelos, joelhos, dedos das mãos, cotovelos e punhos podem ser afetados. Crises duram 7–14 dias e resolvem espontaneamente — falso alívio.
Nódulos subcutâneos firmes nas orelhas, cotovelos, dedos ou tendão de Aquiles. Marcam doença crônica não tratada — podem ulcerar e drenar material brando esbranquiçado.
Cristais de urato podem precipitar nos rins, formando cálculos. Cólica renal em portador de risco genético deve levantar a hipótese de hiperuricemia.
Crises frequentemente acontecem horas após refeição rica em carne vermelha/frutos do mar ou após binge de cerveja. Reconhecer o padrão alimentar ajuda na prevenção.
Gota em mulheres tende a se manifestar pós-menopausa, com envolvimento poliarticular e tofos precoces. Frequentemente subdiagnosticada como artrite reumatoide ou osteoartrite.
Nossa análise integra dados do Global Urate Genetics Consortium (GUGC), UK Biobank e meta-análises GWAS com mais de 460 mil indivíduos — alinhada às diretrizes do American College of Rheumatology, EULAR e Sociedade Brasileira de Reumatologia.
Respostas claras e baseadas em evidências sobre genética e Gota.
Aviso médico importante: As informações fornecidas pela helixXY têm finalidade exclusivamente educacional. Risco genético elevado não diagnostica Gota; uricemia elevada isolada não é equivalente à doença. O diagnóstico definitivo exige correlação clínica e idealmente análise de líquido sinovial por reumatologista. Sempre consulte um profissional qualificado.
Faça upload do seu arquivo genético e receba seu relatório completo de suscetibilidade à Gota em até 15 minutos.
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